sexta-feira, 29 de junho de 2007

TOP 25 Most Dangerous Movies (Premiere Magazine)

Top de filmes que representam temáticas arriscadas e forte componente emocional para os espectadores:

1) Bonnie and Clyde
2) Boys Don't Cry
3) In The Company Of Men
4) Dead Ringers
5) Eraserhead
6) Gimme Shelter
7) Happiness
8) Bad Lieutenant
9) M
10) Once Upon A Time In The West
11) A Clockwork Orange
12) Repulsion
13) Requiem For A Dream
14) Reservoir Dogs
15) The Sweet Hereafter
16) Taxi Driver
17) Blue Velvet
18) Dancer In The Dark
19) Freaks
20) Peeping Tom
21) The Lost Weekend
22) Natural Born Killers
23) Romper Stomper
24) Un Chien Andalou
25) Weekend

In the Deep

Esta bela canção de Kathleen 'Bird' York encerra o filme Crash. A cantora também acumula a função de actriz (ultimamente tem aparecido na série Donas de Casa Desesperadas). Tenho pena é que este vídeo seja tão pobrezinho...

The Breakfast Club - O Clube (1985)

Todos diferentes... Todos iguais...

Se há filme que retrata de forma hilariante (mas também tocante) a teen angst e a vida escolar em plenos anos 80, então "The Breakfast Club" é um dos mais sérios candidatos a esse título. O realizador John Hughes nunca escondeu o fascínio que sente por esta faixa etária e o seu currículo comprova que criou obras verdadeiramente emblemáticas, que reflectem fielmente o estado de espírito daqueles que procuram o seu lugar no Mundo, sem querer copiar os padrões adultos. Neste filme de 1985, a genialidade do argumento está relacionada com a sua aparente simplicidade. Tudo se resume a um dia: 5 estudantes de um liceu americano são obrigados a cumprir uma detenção na biblioteca da escola, por mau comportamento, numa manhã de Sábado. A controlar-lhes os passos está o tirano director, que se encontra saturado da sua profissão e da rebeldia própria dos estudantes que lhe arruinam a paciência. O minimal grupo que está de castigo é constituído por personalidades muito diferentes, o que naturalmente irá gerar imensos atritos. Durante as horas de detenção haverá risos, choros, confrontos físicos e psicológicos e desabafos sentidos sobre a vida, o sexo, os esudos e as relações familiares. Mas as surpresas estão reservadas lá para o final do dia, quando todos se apercebem que se calhar as diferenças não são assim tão acentuadas e que até partilham muitos dos problemas que afectam a sua geração. Se bem que já tenham passado uns bons anos desde a sua estreia, "The Breakfast Club" continua extremamente fresco na sua recriação das problemáticas do complexo mundo estudantil e do intrincado universo adolescente. À superfície, é certo que cada personalidade corresponde a um estereótipo (temos nada mais nada menos que o Marrão, a Princesa, o Arruaceiro, o Desportista e a Excêntrica), no entanto Hughes não limita as suas esferas de acção nesses mesmo clichés e confere um tratamento humano muito respeitável às suas personagens, dando-lhes uma profundidade que é rara neste género de filmes. Estamos, de facto, longe do retrato pueril que contamina a ficção televisiva nacional sobre adolescentes ("Morangos Com Açúcar", por exemplo) e que sistematicamente os encerra em simplismos sociológicos e humanos que muitas vezes roçam o insulto. Aqui não há que recear estas "técnicas" redutoras: o filme mescla muito bem a parte cómica da situação com o lado mais dramático vivenciado por cada um daqueles jovens, proporcionando ao espectador diálogos deliciosos e pontos de vista com os quais nos podemos identificar. Sim, porque no nosso percurso escolar de certeza que fomos alguma destas personagens.


Classificação: 4,5/5

David Bowie, "Hunky Dory"

Em repeat, hoje e sempre...

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Michel Gondry...

... o homem por detrás dos imaginativos Human Nature, Eternal Sunshine Of The Spotless Mind e La Science Des Rêves, é também responsável pela realização de admiráveis videoclips. Trabalhou com artistas como Beck, Rolling Stones, Paul McCartney , Sheryl Crow e Neneh Cherry. Deixo aqui as minhas preferências relativamente ao trabalho desse senhor.

Bjork - Bachelorette (1997)


Kylie Minogue - Come Into My World (2002)


Radiohead - Knives Out (2001)

Já dizia o Andy Warhol

A cada semana, aparece uma figura pública a ocupar o patamar das acções ou diálogos ridículos. Até há pouco tempo tinha sido Mário Lino e o seu deserto; depois desses sofríveis 15 minutos de fama, eis que se insurge Joe Berardo. Tem sido um rol do "diz que não disse", quer seja para comentar a situação do Benfica (e Rui Costa), quer seja para apurar as questões agora relacionadas com o CCB. Só espero que as próximas aparições de Berardo sejam mais estudadas e orientadas para um discurso com pés e cabeça.

Amor aos Cigarros


Combate ao tabagismo através de campanhas de sensibilização? De acordo!

Combate ao tabagismo nas instituições de ensino? Também de acordo.

Diminuição do preço dos medicamentos e das terapias de ajuda à libertação do vício? Concordo (até porque o Estado embolsa largas quantias resultantes da venda destes produtos).

Organização dos estabelecimentos de consumo, em termos de "Fumadores" e "Não Fumadores"? Sim, nenhumas das partes deve sair prejudicada.
Adoptar uma atitude fundamentalista, de que quem fuma quer acabar com a vida dos outros e é alguém caprichoso, isso é que não! (a isto chama-se fugir à questão).